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Kintsugi: A Arte de Admirar a Imperfeição

matheusdesouza.com

“There is a crack in everything, that’s how the light gets in”.

Leonard Cohen

No mundo ocidental o perfeccionismo é um problema. A sociedade nos ensina que estamos fisicamente ou/e emocionalmente falhos e, em seguida, tenta nos vender produtos como soluções para essas chamadas imperfeições. Não é nenhuma surpresa que as filosofias orientais, como a estética japonesa kintsugi, soe tão refrescante em comparação com o nosso tratamento habitual aos objetos e humanos “danificados”.

Acredita-se que o kintsugi teve início no século XV quando um líder militar japonês quebrou sua caneca de chá favorita. Ele a enviou para o reparo e ficou insatisfeito com o resultado. Os pedaços quebrados da caneca foram presos com grampos.  Nem um pouco impressionado, pediu aos artesãos locais uma solução mais agradável. Então, eles desenvolveram um novo e belo método de conserto que literalmente significa “marcenaria de ouro”. Nascia o kintsugi, a arte de fixação de cerâmica quebrada com resina laca, polvilhado ou misturado…

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